📱 (71) 9 8760-1955 — chame no WhatsApp → 📍 Praça da Amendoeira, s/n — Arembepe, Camaçari-BA ✉️ casadacolorestaurante@gmail.com 🦐 Onde Caetano Veloso e Gilberto Gil já almoçaram — reserve sua mesa → ⭐ 4,8 estrelas no Google — comida fresca todos os dias 📱 (71) 9 8760-1955 — chame no WhatsApp → 📍 Praça da Amendoeira, s/n — Arembepe, Camaçari-BA ✉️ casadacolorestaurante@gmail.com 🦐 Onde Caetano Veloso e Gilberto Gil já almoçaram — reserve sua mesa → ⭐ 4,8 estrelas no Google — comida fresca todos os dias
Desde 1956

Nossa História

De um pequeno rancho de pescador à mesa que recebeu artistas do Brasil e do mundo — a história de Dona Coló é a própria história de Arembepe.

No fim dos anos 1950, Arembepe era só um vilarejo de pescadores: casas de taipa, barcos na areia e uma vida que seguia o ritmo do mar. Foi nesse cenário simples que Dona Coló, vendo que a pesca sozinha já não sustentava a casa, resolveu abrir um pequeno restaurante para os poucos turistas que chegavam até ali. Nascia a Casa da Coló.

O cardápio era enxuto e honesto: peixe fresco, tirado do mar bem em frente, preparado na hora. Bastou pouco tempo para o pequeno rancho virar ponto de referência na região — e, com o passar dos anos, a filha de Dona Coló, Edely, assumiu o negócio ao lado da mãe e seguiu em frente após ela. A fama só cresceu.

No início dos anos 1970, Arembepe virou destino de uma geração inteira de jovens em busca de liberdade. Nascia ali a aldeia hippie que colocaria o vilarejo baiano no mapa do mundo — cabanas de palha na praia, violão, e visitantes chegando de todos os cantos. Foi nesse clima que a Casa da Coló entrou para a história: os Novos Baianos se tornaram fiéis da casa, e nomes como Caetano Veloso e Gilberto Gil passaram por suas mesas.

A fama atravessou fronteiras. Em fevereiro de 1974, a roqueira americana Janis Joplin chegou ao Brasil vinda do Rio de Janeiro e, de carona, seguiu até Salvador. Curiosa para conhecer a aldeia hippie mais comentada da Bahia, foi parar exatamente na mesa de Dona Coló. Rita Lee, Mick Jagger e Keith Richards — que chegaram a comprar um imóvel na região — também deixaram sua marca na história de Arembepe daquela época.

Na Casa da Coló não havia distinção entre famoso e desconhecido. Pescadores da vila, mochileiros e artistas dividiam a mesma mesa, o mesmo peixe frito, a mesma moqueca fumegante. Muitas vezes alguém puxava um violão, e o restaurante virava uma roda de música que ia até tarde da noite.

Décadas se passaram e Arembepe cresceu, mas aquele espírito nunca saiu da casa. Hoje, com a mesma vista para o mar que já encantou tanta gente, Dona Edely — filha de Dona Coló — segue à frente do negócio com orgulho, ao lado da própria filha, Ana Vitória, nutricionista de formação e neta da fundadora, que carrega adiante a receita e a hospitalidade que viraram história.

O que começou simples virou lenda — e essa lenda continua sendo servida, todos os dias, à beira-mar de Arembepe.

Registros de uma época

Quem passou por Arembepe

Fotos de reportagens e arquivos da aldeia hippie que marcou os anos 70 na Bahia.

Janis Joplin em Arembepe, 1974
Janis Joplin
De carona até Salvador, conheceu a aldeia hippie em fevereiro de 1974.
Mick Jagger, dos Rolling Stones
Mick Jagger
O vocalista dos Rolling Stones chegou a comprar um imóvel na região.
Ney Matogrosso na Lagoa de Arembepe
Ney Matogrosso
Registro de sua passagem pela Lagoa de Arembepe.
Os Novos Baianos em Arembepe
Os Novos Baianos
O grupo se tornou presença constante na casa de Dona Coló.
Os Novos Baianos na praia
Os Novos Baianos
Fiéis da casa durante toda a época da aldeia hippie.
Dona Edely e a equipe da Casa da Coló na entrada do restaurante
A tradição segue em família

Dona Edely e Ana Vitória

Filha de Dona Coló, a fundadora, Edely cresceu ajudando a mãe no salão e assumiu o restaurante por inteiro após ela, conduzindo a casa por décadas com a mesma dedicação que aprendeu ainda menina. Hoje divide a rotina com a própria filha, Ana Vitória — neta da fundadora e nutricionista de formação — que ajuda a manter viva a receita e a hospitalidade que atravessaram três gerações.

Mais de 70 anos depois, a vista para o mar continua a mesma. E a mesa, também.

Venha fazer parte dessa história

Reserve sua mesa e prove o mesmo peixe fresco que já serviu a lendas da música.

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